MARCADORES DE CONSUMO ALIMENTARIO DE DIABÉTICOS EN UN TERRITORIO DE LA ESTRATEGIA DE SALUD FAMILIAR EN EL VALLE DEL RÍO DOS SINOS – RS
DOI:
https://doi.org/10.56238/bocav25n76-008Palabras clave:
Consumo de Alimentos, Diabetes mellitus, Atención Primaria de SaludResumen
Brasil ha experimentado cambios en diversas áreas, destacando importantes alteraciones en el nivel de vida de la población, junto con una transición nutricional que impacta directamente en los condicionantes y/o determinantes de la salud. El objetivo fue investigar el consumo de alimentos de personas con diabetes atendidas en una Estrategia de Salud Familiar para estudiar maneras de implementar acciones de promoción y prevención de la salud dirigidas a la población diabética en el territorio. Se realizó un estudio transversal con adultos de ambos sexos diagnosticados con diabetes mellitus tipo 2 de una unidad de la Estrategia de Salud Familiar. Se contactó a los pacientes por teléfono, donde se les aplicó el cuestionario SISVAN. El estado nutricional se evaluó mediante el IMC. Se evaluó a sesenta y dos personas, predominantemente mujeres. El estado nutricional predominante fue la obesidad (66,1%), seguida del sobrepeso (25,8%). En cuanto a la conducta alimentaria, el 62,9% de los pacientes no tiene el hábito de comer mientras ve la televisión. En cuanto a las comidas consumidas por los pacientes, se observó que el 81,3% desayunaba, el 69,4% meriendaba y el 71% meriendaba. Se observó un alto consumo de legumbres, frutas, verduras y hortalizas, y un bajo consumo de carnes procesadas, galletas envasadas, bebidas azucaradas y dulces en general. Se observó una asociación significativa entre el estado nutricional y el consumo de legumbres (p=0,02). Evaluar el consumo de alimentos en la rutina de Atención Primaria es una acción estratégica para la atención sanitaria, que puede ser realizada por todos los profesionales, además de potenciar otras acciones de promoción y prevención de la salud en la rutina diaria de las unidades de salud.
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