AS DEFICIÊNCIAS DA CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS E DESASTRES NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.15492458Palabras clave:
Codificação de Desastres, Defesa Civil, Desastres Naturais, Riscos de Desastres AmbientaisResumen
Este artículo tiene como objetivo comparar la Codificación Brasileña de Desastres, Amenazas y Riesgos (Codar), publicada en la década de 1990, con la Codificación Brasileña de Desastres (Cobrade), establecida en 2012, vigente en Brasil. A través de un enfoque metodológico mixto del tipo convergente-paralelo, se integraron técnicas cualitativas y cuantitativas, capaces de promover una comprensión integral de la transición entre codificaciones de desastres en Brasil. Se realizó triangulación de fuentes, validación cruzada de datos y análisis multiescalar, a través de tres etapas interdependientes: análisis documental, análisis comparativo entre sistemas de clasificación y triangulación de datos para la validación. La investigación mostró que Codar contó con 157 tipologías de desastres naturales, tecnológicos y mixtos, mientras que Cobrade contiene un total de 65 tipologías, divididas entre desastres naturales y tecnológicos, presentando una reducción de 92 clasificaciones de desastres. Esta disparidad cuantitativa presenta una cierta compensación cualitativa, pero siguen abiertas brechas importantes.A través de un levantamiento realizado en consultas al sistema de registros de la Defensa Civil, periódicos y artículos científicos, se encontró que tipos de desastres continúan ocurriendo en el país, dejando de ser registrados debido a esta falta de categorización en Cobrade, lo que presenta errores de definición en la conceptualización de ciertos eventos desastrosos. El estudio concluyó que la adopción de Cobrade no puso a Brasil en línea con las bases de datos internacionales, ya que existe una discrepancia entre el número de desastres registrados en el país y los reportados en el exterior. Además, la supresión de tipologías incide en la posibilidad de registros y, en consecuencia, en los resultados esperados de su formalización, como la declaración del estado de excepción y del estado de calamidad pública. Finalmente, se sugiere adoptar los Perfiles de Información de Peligros (HIP), incluso más amplios que Codar (302 tipologías), como alternativa para organizar la base de datos, en línea con las intenciones de la Oficina de las Naciones Unidas para la Reducción de Desastres, que ha influido en EM-DAT para que revise su codificación actual.Referencias
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