FACTORES ASOCIADOS A LA PREVALENCIA DE ANOMALÍAS CONGÉNITAS Y PREMATURIDAD EN BRASIL EN EL PERÍODO DE 2018 A 2022

Autores/as

  • Luana Patricia Weizemann
  • Terezinha Aparecida Campos
  • Rayssa do Nascimento Sousa
  • Italoema Agnelo Alves Berté

DOI:

https://doi.org/10.56238/bocav25n75-010

Palabras clave:

Defectos Congénitos, Nacimiento Prematuro, Recién Nacido Prematuro, Sistemas de Información

Resumen

RESUMEN
Evaluar la incidencia de defectos congénitos y la prematuridad, investigando factores maternos y perinatales asociados, utilizando datos del Sistema de Información sobre Nacidos Vivos. Se trata de un estudio descriptivo, retrospectivo y cuantitativo. Los datos fueron recolectados del Panel de Monitoreo de Nacidos Vivos y de Malformaciones Congénitas en febrero de 2024, analizando los años de 2018 a 2022. Las variables analizadas incluyeron año de referencia, duración de la gestación, anomalías, edad materna, nivel educativo, estado civil, inicio del control prenatal, número de consultas, tipo de gestación y etnia del recién nacido. La tasa de prematuridad aumentó de 10,99% en 2018 a 11,85% en 2022. La mayoría de los nacimientos ocurrió entre 37 y 41 semanas de gestación (85,24%). La tasa de anomalías fue de 0,88%, con los mayores porcentajes entre 28 y 31 semanas (3,21%) y los menores entre 37 y 41 semanas (0,74%). Los datos resaltan la importancia de un adecuado control prenatal en la promoción de la salud materno-infantil. El inicio temprano del control prenatal reduce la prematuridad y las anomalías congénitas. Entre 2018 y 2022, la prematuridad y las anomalías aumentaron, especialmente entre la 28ª y 31ª semana de gestación. Factores como bajo nivel educativo materno, pocas consultas prenatales y condiciones socioeconómicas precarias incrementan las tasas de prematuridad y anomalías.

Referencias

ADFP - Associação dos Deficientes Físicos do Paraná. Malformação Congênita: o que é e como prevenir, detectar e tratar?. ADFP, 2021. Disponível em: <http://adfp.org.br/blog/2021/03/02/malformacao-congenita-o-que-e-e-como-prevenir-detectar-e-tratar/>. Acesso em: 04/09/2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. “Muitos defeitos de nascença, uma voz”: 03/3 – Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2021a. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/muitos-defeitos-congenitos-uma-so-voz-03-3-dia-mundial-dos-defeitos-do-nascimento/>. Acesso em: 04/09/2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde. Painel de monitoramento de malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas (D180 e Q00-Q99), 2024a. Disponível em: <http://plataforma.saude.gov.br/natalidade/anomalias-congenitas/>. Acesso em: 04/09/2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde. Painel de monitoramento de nascidos vivos, 2024b. Disponível em: <http://plataforma.saude.gov.br/natalidade/nascidos-vivos/>. Acesso em: 04/09/2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Saúde Brasil 2020/2021: anomalias congênitas prioritárias para vigilância ao nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2021b. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/centraisde-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/analise-de-situacao-de-saude/saudebrasil_anomalias-congenitas_26out21.pdf/view>. Acesso em: 04/09/2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças não Transmissíveis. Guia prático: diagnóstico de anomalias congênitas no pré-natal e ao nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: <http://plataforma.saude.gov.br/anomalias-congenitas/guia-pratico-anomalias-congenitas.pdf>. Acesso em: 04/09/2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf>. Acesso em: 04/09/2024.abr.

BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância em Saúde e Ambiente. Vigilância de Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Sistemas de informação em saúde. Sistemas de informação em saúde, 2021c. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/vigilancia-de-doencas-cronicas-nao-transmissiveis/sistemas-de-informacao-em-saude>. Acesso em: 04/09/2024.

COSME, H. W.; LIMA, L. S.; BARBOSA, L. G. “Prevalência de anomalias congênitas e fatores associados em recém-nascidos do município de São Paulo no período de 2010 a 2014”. Revista Paulista de Pediatria, vol. 35, n. 1, 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/1984-0462/;2017;35;1;00002

COSTA, C. M. S.; GAMA, S. G. N.; LEAL, M. C. “Congenital malformations in Rio de Janeiro, Brazil: prevalence and associated factors”. Cadernos de Saúde Pública, vol. 22, n. 11, 2006. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2006001100016

CROSSNE, V. M. O recém-nascido prematuro. São Paulo: Editora Manole, 1980.

DONGARWAR, D. et al. “Temporal trends in preterm birth phenotypes by plurality: black-white dis-parity over half a century”. Journal of Perinatology, vol. 41, n. 2, 2021.. DOI: https://doi.org/10.1038/s41372-020-00912-8

FONTOURA, F. C.; CARDOSO, M. V. L. M. “Associação das malformações congênitas com variáveis neonatais e maternas em unidades neonatais numa cidade do Nordeste brasileiro”. Texto & Contexto-Enfermagem, vol. 23, 2014.

FREITAS, L. C. S. et al. “Prevalência das malformações congênitas no estado de Minas Gerais”. Revista de Trabalhos Acadêmicos – Universo Belo Horizonte, vol. 1, n. 5, 2021.

FUJISE, L. H. Análise dos fatores associados à prematuridade espontânea e eletiva em fetos com malformação. Dissertação (Mestrado em Ciências). São Paulo: USP, 2021.

GRANDI, C.; LUCHTENBERG, G.; RITTLER, M. “The contribution of birth defects to spontaneous preterm birth”. American Journal of Perinatology, vol. 24, n. 8, 2007. DOI: https://doi.org/10.1055/s-2007-986682

KASE, J. S.; VISINTAINER, P. “The relationship between congenital malformations and preterm birth”. Journal of Perinatal Medicine, vol. 35, n. 6, 2007. DOI: https://doi.org/10.1515/JPM.2007.132

MACIEL, E. L. et al. “Epidemiological profile of congenital malformations in Vitória, Espírito Santo, Brazil”. Cadernos de Saude Coletiva vol. 14, 2006.

MARTINELLI, K. G. et al. “Prematuridade no Brasil entre 2012 e 2019: dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos”. Revista Brasileira de Estudos de População, vol. 38, 2021. DOI: https://doi.org/10.20947/S0102-3098a0173

MESQUITA, D. S, et al. “Acolhimento de Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal segundo binômio pais-filhos: estudo de revisão integrativa da literatura”. Revista Eletrônica Acervo Saúde, vol. 11, n. 13. DOI: https://doi.org/10.25248/reas.e980.2019

MOURAD, M. A. A.; BOZELLO, E. C.; VARGAS, A. “Análise da prevalência de malformações congênitas em diferentes regiões brasileiras no período de 2013 a 2022”. Revista ft, vol. 27, n. 129, 2023.

NHONCANSE, G. C. et al. “Maternal and perinatal aspects of birth defects: a case-control study”. Revista Paulista de Pediatria, vol. 32, 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-05822014000100005

OLIVEIRA, A. A. et al. “Fatores associados ao nascimento pré-termo: da regressão logística à modelagem com equações estruturais”. Cadernos de Saúde Pública, vol. 35, n. 1, 2019. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311x00211917

OLIVEIRA, C. I. F. Incidência, fatores de risco e consequências de defeitos congênitos em recém-nascidos e natimortos (Tese de doutorado em genética). São Paulo: Unesp, 2014.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Nascidos com defeitos congênitos: histórias de crianças, pais e profissionais de saúde que prestam cuidados ao longo da vida. Organização Pan-Americana da Saúde, [02/03/2020]. Disponível em: <https://www.paho.org/pt/noticias/3-3-2020-nacidos-con-defectos-congenitos-historias-ninos-padres-profesionales-salud-que>. Acesso em: 04/09/2024.

QUEIROZ, W. P.; AMARAL, W. N.; CASTRO, VOL. A.; SANTANA, T. S. “Prevalência das principais alterações cerebrais em neonatos internados em UTINEO. Brazilian Journal of Health Review, vol. 7, n. 2, 2024. DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-060

RASMUSSEN, S. A. et al. “Risk for birth defects among premature infants: a population-based study”. The Journal of Pediatrics, vol. 138, n. 5, 2001. DOI: https://doi.org/10.1067/mpd.2001.112249

SHAW, G. M. et al. “Role of structural birth defects in preterm delivery”. Paediatric and Perinatal Epidemiology, vol. 15, n. 2, 2001. DOI: https://doi.org/10.1046/j.1365-3016.2001.00334.x

SWANSON, J. R.; SINKIN, R. A. “Nascimentos precoces e defeitos congênitos: uma interação complexa”. Clínicas em Perinatologia, vol. 40, n. 4, 2013.

TREVILATO, G. C. et al. “Anomalias congênitas na perspectiva dos determinantes sociais da saúde”. Cadernos de Saúde Pública, vol. 38, 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311x00037021

WHO - World Health Organization. “Recommended definitions, terminology and format for statistical tables related to the perina-tal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommended by FIGO as amended October 14, 1976”. Acta Obstet Gynecol Scand, vol. 56, n. 3, 1977. DOI: https://doi.org/10.3109/00016347709162009

WORLD HEALTH ORGANIZATION. ‘Congenital disorders”. World Health Organization, [05)03/2023]. Disponível em: <https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/birth-defects>. Acesso em: 04/09/2024.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. “Congenital disorders”. World Health Organization, [10/01/2025]. Disponível em: <https://www.who.int/health-topics/congenital-anomalies#tab=tab_1>. Acesso em: 04/09/2024.

Publicado

2026-02-26

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

FACTORES ASOCIADOS A LA PREVALENCIA DE ANOMALÍAS CONGÉNITAS Y PREMATURIDAD EN BRASIL EN EL PERÍODO DE 2018 A 2022. Boletín de Coyuntura (BOCA), Boa Vista, v. 25, n. 75, p. e8192, 2026. DOI: 10.56238/bocav25n75-010. Disponível em: https://revistaboletimconjuntura.com.br/boca/article/view/8192. Acesso em: 1 may. 2026.